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[Gent|Antwerp|Brugge]
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Bruxelas, 14 de junho de 2003- Ao meio dia acções
de boicote simultâneos fecharam bombas de gasolina da Esso e da
Texaco em grande parte das províncias belgas. Numa bomba de gasolina
da Esso em Gent, um tapete de mortos, soldados americanos armados
e George W. Bush ilustraram a ligação entre milhares de vítimas
inocentes, os importantes campos petrolíferos Iraquianos e a gasolina
vendida pelas multinacionais americanas Esso e Texaco. |
Os organizadores do boicote (incluindo Attac, America Watchers,
For Mother Earth e Christian Movement for Peace) declaram que os Estados
Unidos têm agido de maneira errada desde que George W. Bush foi eleito
presidente. Com o boicote de certos produtos americanos a crescente
coligacão de ONG's quer forçar o governo americano para uma vez mais
juntar-se à comunidade internacional, e agir de acordo com as regras
das Nações Unidas e da Lei Internacional.
Usando fitas e cartazes, os activistas não-violentos fecharam com sucesso
bombas de gasolina da Esso e da Texaco na Antuérpia, Arlon, Bruges,
Brussels, Gent, Hasselt e Namur. Na maioria dos casos os empregados
das bombas de gasolina entenderam as motivações dos activistas, e o
diálogo foi possível. Motoristas que receberam panfletos apelando para
o boicote de empresas perolíferas americanas reagiram quase sempre com
um sorriso e com os polegares para cima.
Com estas novas acções de boicote, os organizadores condenam a guerra
ilegal contra o Iraque e a presente ocupação do país. Estas acções seguem
a declaração de Paul Wolfowitz em que afirmava publicamente que o petróleo
era a principal razão para a operação militar no Iraque, causou raiva
entre muita gente. Wolfowitz admitiu que embora as armas de destruição
maciça fossem apresentadas como a principal causa para a guerra, elas
foram apenas uma “desculpa burocrática” para conseguir apoio para a
campanha militar. As recentes notícias de relatórios falsificados sobre
as armas de destruição maciça Iraquianas minaram qualquer pretexto legal
para o ataque Americano.
Por isso os activistas exigem a retirada imediata das forcas ocupantes
dos EUA do Iraque.
Eles também exigem que os EUA:
- Permita que as Nações Unidas assumam a administração civil no Iraque
o mais cedo possível.
- Acabe com os ataques preventivos em outros estados.
- Procure activamente uma solução para a Palestina e Israel.
- Acabe com o uso de critérios duplos no que diz respeito às armas
de destruição maciça (por ex:as de Israel e o próprio stock americano).
- Rectifique o tratado de ampla banição de testes nucleares. (Comprehensive
Nuclear Test Ban)
- Adopte o protocolo de Kyoto para prevenir o aquecimento global.
- Abandone a Defesa Nacional do Míssil (National Missile Defense)
e reinstitua o tratado ABM.
- Reconheça a competência do Tribunal Criminal Internacional para
julgar criminosos de guerra e cancele todos os acordos bilaterais.
- Respeite o Tratado para a Não-Proliferação Nuclear (Nuclear Non-Proliferation
Treaty)
- Caminhe em direcção a um Tratado para o completo desarmamento nuclear.
- Rectifique a convenção das armas biológicas
- Rectifique o Tratado de Minas Terrestres de 1997
- Fortaleça a Convenção de Armas Químicas.
“Há sangue de milhares de vítimas inocentes nos logos da Esso e da
Texaco. Ambas as multinacionais Americanas que juntas doaram 2 milhões
de dólares para a campanha eleitoral de Bush em 2000- são forças condutoras
atrás das políticas da administração Bush. Como Bush ignorou as Nações
Unidas e a opinião pública internacional, hoje o boicote é o modelo
mais efectivo de acção que podemos oferecer a qualquer cidadão. Qualquer
pessoa pode facilmente registar a sua oposição à política externa dos
EUA ao boicotar a nossa lista de produtos americanos, ou todos os produtos
americanos. O dinheiro é a linguagem que foi usada pelos Estados Unidos
para coagir as nações a juntar-se à sua coligação. "O boicote é uma
linguagem que eles entendem em Washington.” declarou Pol D’Huyvetter,
porta-voz da For Mother Earth.
Outras multinacionais Americanas próximas à administração Bush, e
doadores regulares ao Partido Republicano, têm sido o alvo de activistas
desde a crise no Iraque. Eles incluêm a Kraft, Philip Morris, Microsoft,
Walt Disney, Coca Cola e a Pepsi. Consumidores podem encontrar mais
informações sobre o boicote e produtos alternativos em http://www.motherearth.org/USboycott/
Bruxelas, 15 de Abrill de 2003 - Em Bruxelas e na Antuérpia, activistas
fecharam uma bomba de gasolina da Esso. Pela terceira vez em muitas
semanas, a For Mother Earth teve como alvo bombas da gasolina da Esso
e da Texaco,em protesto contra o papel da Exxon-Mobil e da Chevron-Texaco
na política Americana.
A acção opôs o papel de empresas petrolíferas que apoiam a guerra
com o Iraque, assim como a sua oposição ao protocolo de Kyoto na questão
do aquecimento global.
Em Ghent, aos clientes do restaurante McDonalds na hora do almoço
foi oferecido um "hamburger da paz", alternativo e orgânico.
Estas acções foram organizadas em cooperação com a Attac Flanders,
Pink & Green e o Mouvement Chretien pour la Paix.
Em Bruxelas, o membro do Parlamento Europeu Nelly Maes (Green/EFA)
e o membro do Parlamento Belga Peter Vanhoutte (Green) participaram
na acção.
Outras acções também aconteceram hoje em Tokyo, Abu Dhabi, Cairo,
Stockholm, São Paulo e muitas outras cidades à volta do mundo, onde
os consumidores foram também encorajados a boicotar empresas americanas
que apoiam a economia de guerra americana.
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Na Grécia os Ecologists Greens apoiaram os objectivos do dia internacional
do boicote ao fazer circular a informação nos mass-media, através
de e-mails, milhares de brochuras em Atenas, Thessaloniki e outras
cidades menores e 3 acontecimentos em ruas centrais.
Um happening teve lugar em frente ao MacDonalds em Thessaloniki por
organizações que participam no Fórum Social Grego. Membros do Movement
of Artists, do Group of Women e o Ecological Movement of Thessaloniki,
vestidos com os símbolos das empresas que apoiam Bush e a guerra,
representaram uma peça teatral, pedindo aos cidadãos para participarem
no boicote à economia da guerra. Além disso distribuíram um texto
de duas páginas dentro de um hamburger feito de papel onde eles explicavam
que queriam atacar os interesses Americanos ao boicotar os seus lucros
e que a luta deve ser permanente e tornar-se um modo de vida ao adoptar
outra concepção de vida mais importante de que a satisfação das nossas
necessidades. Os Ecologistas Verdes contribuiram nnao a fazer um apelo
generalista a boicotar todos os produtos Americanos mas principalmente
às empresas ExxonMobil/Esso, Texaco/Chevron, Altria - Philip Morris
(Marlboro, L&M) -Kraft, General Electric, McDonald's, Coca Cola, Pepsi
Cola e as empresas de carros e transportes aéreos General Motors GMC
(Bedford, Buick, Cadillac, Chevrolet, Holden, Opel, Oldsmobile, Pontiac,
Vauxhall), Dodge, Ford, Daimler Chrysler e Lincoln, American Airlines,
Delta Airlines, TWA, United Airlines, USAir.
Segunda-feira 14 de Abril de 2003
O movimento de Boicote aos EUA cresce
Os EUA são um sério risco à segurança internacional
Bruxelas - Geneva, 14 de Abril de 2003 - Amanhã Terça-feira 15 de
Abril activistas à volta do mundo irão se unir pela primeira vez num
apelo para o boicote de produtos americanos. Com o uso desta nova
ferramenta eles querem forçar os Estados Unidos a recuar dentro das
regras das Nações Unidas. O movimento de boicote que começou no Médio
Oriente no ano passado está agora a espalhar-se rapidamente a todos
os continentes. Na próxima terça-feira os activistas do boicote pretendem
fazer chegar a sua mensagem ao maior número de consumidores possível.
Os consumidores devem parar de dar o seu dinheiro para ser usado em
guerras de petróleo, destruição ambiental e violacões dos direitos
humanos. Eles têm como alvo especial uma lista de empresas americanas
que doaram grandes quantias de dinheiro à campanha eleitoral de Bush,
com atencão especial aos grandes doadores e empresas petrolíferas
americanas Exxon-Mobil e Chevron-Texaco que são os alvos principais
para as acções de amanhã. Activistas de todo o mundo condenam a última
guerra por petróleo e não pelas armas de destruição maciça que ainda
não foram encontradas. "Hoje os soldados americanos estão a guardar
as instalações de petróleo, mas ainda não fizeram nada para restaurar
serviços essenciais como eletricidade e água, " alegou Ali Zuhair,
um dos protestantes num protesto anti-americano em Bagdad ontem.
"Como um movimento de paz temos de admitir que a poítica externa
Americana não recuou um milímetro depois de 10 milhões de pessoas
marcharem nas ruas das principais capitais do mundo na sua oposicão
à guerra contra o Iraque. Isto é algo de que não podemos esquecer.
Hoje acreditamos firmemente que um boicote Americano diário por milhões
de consumidores irá fazer a diferença." declarou Pol D'Huyvetter,
activista da For Mother Earth e iniciador deste dia Global de Boicoteque
foi apoiado pela rede emergente Global Boycott for Peace e o International
Peace Bureau (IPB). O vencedor do prémio nobel IPB é a maior e mais
antiga federação de grupos de paz em todo o mundo. Pol D'Huyvetter
declarou: "Os ataques militares preventivosno Iraque foram o último
passo de uma recusa sistemática dos EUA trabalharem dentro das regras
da comunidade internaciomal. Vamos ver alguns factos dos últimos anos
com o protocolo de Kyoto,o ABM- e o tratado nuclear Testban-treaty
ou a hiprocrisia à voltado Tribunal Criminal Internacional. O movimento
de boicote poderá ser mais uma vez a ferramenta não violenta que irá
forçar o tirano a ajoelhar-se." Em Tóquio a campanha Naoko Okada from
Peace Choice preparou uma carta a ser enviada para as empresas americanas
que são alvo de boicote. A Peace Choice Campaign irá visitar a top
Tonen-General,( a versão japonesa da Exxon Mobil), a Microsoft, e
a Japan Tobacco (que vende Phillip Morris).
Embora uma cultura de protesto activo é virtualmente não existente
nos Emirados Arabes Unidos muitas pessoas dão os seus primeiros passos
no activismo com este boicote de produtos americanos. Estudantes e
membros da faculdade na Universidade de Sharjah, UAE, dirigiram uma
campanha de boicote institucional de produtos alimentares Americanos.
Uma petição assinada por 500 estudantes apelou à administração da
Universidade para pressionar os locais de venda de comida no campus
para deixar de vender gelados e doces, e outros produtos alimentares
americanos. Marcas alternativas foram sugeridas para dar ao boicote
um poder duradouro e para se assegurarem de que o momentum que os
estudantes estão a ter não desapareça nos meses vindouros. Em Abu
Dhabi os activistas planearam também distribuir posters em árabe e
inglês em livrarias, restaurantes e centros comerciais apelando aos
consumidores a parar de comprar produtos americanos. Membros do Parlamento
também serão convidados a juntar-se ao movimento. O homem de negócios
que gere as indústrias Falcon, AlQandeel e a Olympic Company também
assumiu o compromisso de juntar-se a este crescente movimento de boicote.
No Egipto uma rede de ONG's www.kate3.com anunciou que eles irão juntar-se
ao dia internacional com uma ampla variedade de acções para renovar
o seu apelo aos consumidores para pararem de comprar produtos Americanos.
Na Grécia os Ecologistas Verdes estavam à frente de um McDonalds
ontem como um ensaio geral para o dia de amanhã. Na parte Norte da
cidade deThessaloniki, o Centro de Trabalhadores e o Centro para a
Proteccão de Consumidores apelaram para o boicote.
Na capital europeia Bruxelas activistas de várias ONG's irão para
as ruas de várias cidades apelar ao boicote de produtos americanos.
De acordo com os organizadores, unidos pelos Membros do Parlamento
Europeu e Belga, os Estados Unidos são um perigo crescente para a
segurança internacional por causa das suas políticas unilaterais.
Em Bruxelas uma bomba de gasolina da Esso irá ser fechada simbolicamentepela
terceira vez em três semanas. Na Antuérpia, Gent e Ottignies protestos
anti-guerra irão acontecer à frente de McDonalds e supermercados.
Em Gent um crescente número de donos de bares e restaurantes recusam-se
a servir produtos de multinacionais americanas.
No Brasil, o IDEC-Instituto de Defesa ao Consumidor- uma ONG muito
respeitada está a apoiar as acções de boicote contra os EUA. (www.idec.org.br).
Contactos de imprensa (e-mail - telefone) e website para imagens
e actualizações
Japão:
Naoko Okada naoko@peace-choice.net +81-(0)70-5593-5289
Tsuyoshi Ikeza ikeza@peace-choice.net +81-(0)70-5072-7510
imagens e actualizações em www.peace-choice.net
Bruxelas
Felipe Van Keirsbilck (French)
Pol D'Huyvetter pol@motherearth.org Mobile +32-495-280 259 (English
& Dutch)
imagens e actualizações em www.motherearth.org
Quarta-feira 2 de Abril de 2003
| Em Ghent e em Bruxelas, bombas de gasolina de Esso e da
Texaco foram fechadas hoje por grupos de activistas.
Ghent/Bruxelas, Quarta-feira 2 de Abril de 2003 - Em Ghent e
em Bruxelas, bombas de gasolina de Esso e da Texaco foram fechadas
por activistas. Acções similares foram organizadas na Holanda.
Os organizadores da acção estão a apelar para o boicote de várias
empresas Americanas que estão relacionadas com a guerra contra
o Iraque. A ExxonMobil (conhecida como Esso na Europa) e a Chevron-Texaco
apoiam a guerra contra o Iraque já que possui as segundas maiores
reservas de petróleo do mundo. Ambas as empresas apoiaram a
campanha eleitoral de George W. Bush com 2.000.000US$ .
Estas últimas acções foram organizadas pela For Mother Earth
e Attac Flanders, assim como por organizações Francesas e Arabes.
A acção envolveu o diálogo com os trabalhadores das bombas de
gasolina, e também a divulgação de informação aos clientes que
foram desviados das bombas. Os activistas afirmam que eles pretendem
atingir as pessoas que trabalham em multinacionais Americanas
e têm contactos com sindicatos para discutir os desenvolvimentos
à medida que o movimento de boicote cresce. Os organizadores
da acção estão a apelar para o boicote de várias empresas americanas
que estão relacionadas com a guerra contra o Iraque. As bandeiras
da Esso forma hasteadas a meia-haste, como um sinal de respeito
pelos mortos.
Também hoje, na Holanda, três bombas de gasolina foram fechadas
com bloqueios simbólicos. Em Ghent o dono do 'Minor Swing',
um bar de música, convenceu 22 outros colegas a riscar produtos
americanos do menu. Todos colocaram avisos nos vidros.
O movimento de boicote anti-guerra está a dar um testemunho
forte contra as políticas unilaterais da administração Bush,
que eles demonstraram na oposição ao Tribunal Criminal Internacional,
no protocolo de Kyoto, e no Tratado Comprehensive Test Ban.
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A acção envolveu o diálogo com os trabalhadores das bombas de gasolina,
e também a divulgação de informação aos clientes que foram desviados
das bombas.
Os organizadores da acção estão a apelar para o boicote de várias empresas
Americanas que estão relacionadas com a guerra contra o Iraque.
As bandeiras da Esso forma hasteadas a meia-haste, como um sinal de
respeito pelos mortos.
Também hoje, na Holanda, três bombas de gasolina foram fechadas com
bloqueios simbólicos. Em todo o mundo, um crescente número de consumidores
críticos estão-se a recusar a comprar produtos da McDonald's, e os
restaurantes estão a retirar a Coca-Cola e a Pepsi dos seus menus.
O movimento de boicote anti-guerra está a dar um testemunho forte
contra as políticas unilaterais da administração Bush, que eles demonstraram
na oposição ao Tribunal Criminal Internacional, no protocolo de Kyoto,
e no Tratado Comprehensive Test Ban.
Quarta-feira 26 de Março 2003
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No money for the war - boicote a economia de guerra americana
Bombas de gasolina da Esso e da Texaco bloqueadas em Bruxelas
Bruxelas, 26 de Março 2003 - Esta manhã Membros do Parlamento
Europeu bloquearam uma bomba de gasolina da Esso em Bruxelas
com um cartaz que dizia "No money for the war - boycott the
US".
A acção não-violenta foi organizada pela For Mother Earth,
uma campanha internacional pelo desarmamento, o ambiente e os
direitos humanos. O activista também bloqueou a bomba de gasolina
da Texaco ao fundo da rua. |
Os Membros do Parlamento Europeu que se juntaram à acção foram Bart
Staes (Efa/Greens, Bélgica), Nelly Maes (Efa/Greens, Bélgica) e Miquel
Mayol (Efa/Greens, Espanha). Também Membros do Parlamento Isabel Vertiest
e Jan Roegiers e activistas de toda a Europa juntaram-se ao bloqueio
simbólico.
Já que as Nações Unidas e a opinião pública foram postas de lado pelos
EUA, os organizadores querem pressionar mais ao juntar-se a um movimento
mundial para um boicote económico: "Ao comprar produtos americanos
hoje os consumidores contribuem com o seu dinheiro para as bombas
e balas que atingem o Iraque e a sua população." declarou Nelly Maes
que falou publicamente sobre a necessidade de um boicote. Os activistas
organizaram a acção visual e fortemente simbólica nas bombas de gasolina
da Esso e da Texaco em Bruxelas.
Pol D'Huyvetter porta-voz da For Mother Earth declarou: "A nossa mensagem
é clara. Parem de dar dinheiro. Use a sua carteira para boicotar esta
guerra americana que viola as regras das Nações Unidas. O apelo mundial
para o boicote não é uma acção contra o povo Americano, nem pro-Saddam.
O boicote é coordenado com a participação e apoio de grupos de paz
Americanos.O importante é que os consumidores de todo o mundo possam
participar todos os dias nesta acção não-violenta e usar o seu poder
enquanto consumidores. "Hoje deixamos de financiar as bombas que atingem
pessoas inocentes em Bagdad."
Ambas as bombas de gasolina foram bloqueadas eficientemente e pacificamente
por 90 minutos. Esta acção não-violenta não anunciada da For Mother
Earth envolveu um diálogo próximo com os trabalhadores das bombas
de gasolina. Depois de bloquear a bomba com fita vermelha e branca
os activistas seguraram um cartaz que dizia "die-in" em frente às
bombas da Esso, com pessoas deitadas no chão cobertas com tinta vermelha
para simbolizar o verdadeiro horror da guerra.
As bombas de gasolina foram cobertas com letreiros e posters que diziam
"Boycott the War".
A For Mother Earth tem como alvo uma variedade de empresas que estão
directamente ligadas à economia do petróleo americana e/ou financiaram
a campanha eleitoral de George W. Bush. A Exxon Mobil doou $1.200.000
para a campanha eleitoral de Bush, enquanto a Chevron Texaco deu $800.000.
Em todo o mundo as lojas da Esso e da Texaco estão cheias de produtos
americanos que são também alvo da campanha de boicote. Nas lojas os
consumidores podem comprar por exemplo a Coca Cola (doou $610.000)
- ou cigarros da Philip Morris (Marlboro, L&M), um dos três principais
doadores com $2.900.000.
List http://www.motherearth.org/USboycott/donors_en.php
O boicote faz parte de um crescente movimento de boicote internacional
que une as empresas americanas à política de administração Bush.
Mais informações em http://www.motherearth.org/USboycott/global_en.php
Press contact: Pol D'Huyvetter 0495-280259 pol@motherearth.org
For Mother Earth
p.a. Gents Ecologisch Centrum
K. Maria Hendrikaplein 5
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