Choose language:
[ English | Français | Nederlands | Español | Portuguese | Magyar | Arabic ]

Help keep the site up to date, volunteer to translate!

Perguntas Frequentes

O boicote irá afectar a economia e a classe trabalhadora?

Resposta:
De maneira nenhuma. é a actual política americana que está a destabilizar a economia e a provocar o desemprego nos Estados Unidos. Com a mesma quantia de dinheiro poderá se criar mais empregos em sectores sociais em comparação aos empregos criados no complexo industrial militar.

As políticas da administração americana, incontestadas, prejudicam a classe trabalhadora americana. 41 milhões de cidadãos norte americanos­ famílias de trabalhadores e os desempregados ­ vivem sem seguro de saúde, enquanto o governo gasta 400 bilhões por ano nas Forças Armadas. As suas políticas de guerra, globalização e dominação sustentado pelos militares podem prejudicar muito mais os trabalhadores de outros países do mundo.

Além disso as pessoas desistem de produtos ou mudam de marca a toda a hora graças a campanhas publicitarias milionárias. E devem as pessoas continuar a fumar só para que ninguém perca o emprego na indústria tabaqueira? Claro que não. O boicote é uma escolha consciente do consumidor e não uma guerra económica onde a classe trabalhadora é a vítima inocente. As pessoas que boicotam não consumem menos apenas consumem diferente.

Muitas da empresas americanas que são alvo do boicote prejudicam o ambiente, desrespeitam os direitos humanos, e muitos também contribuem para o enfraquecimento ou colapso dos mercados locais. Se as pessoas escolherem comprar produtos locais ou de comércio justo, o boicote poderá ajudar a colocar o dinheiro outra vez nas economias locais e justas, o que poderá trazer maiores prioridades aos trabalhadores. E finalmente, se os Estados Unidos investissem menos recursos nas Forças Armadas, estes recursos poderiam ir directamente para a criação de empregos em outros sectores sociais vitais (saúde, educação, cultura, …).

Este boicote é anti-americano?

Resposta:
Este boicote não é anti-americano, é pro- Nações Unidas e pro-leis internacionais. O boicote não é contra o povo americano mas contra a administração Bush e as suas políticas unilaterais. Nós trabalhamos com ONG'S e com pessoas dos Estados Unidos para este propósito.

O interesse real da administração americana é o petróleo. Porque não se boicotam apenas as empresas petrolíferas?

Resposta:
A motivação dos Estados Unidos nas guerras no Iraque e no Afeganistão era assegurar as suas futuras necessidades de energia. Mas existem outros interesses económicos que motivam a política externa americana. Os produtos que propomos são acessíveis de modo a que grande parte dos consumidores de todo o mundo possam participar no boicote, fazendo uso ou não da economia petrolífera Todas as listadas multinacionais americanas excepto uma têm uma clara ligação financeira com a administração Bush (A Macdonald's não está na lista como donatária, mas actualmente esta cadeia de fast food é para muitas pessoas a primeira empresa americana em que pensam quando questionados sobre multinacionais americanas. É o símbolo do imperialismo americano). E claro, fazemos a ligação com os fabricantes de armas. Estas empresas tornaram-se embaixadas americanas onde os consumidores podem facilmente manifestar a sua opinião em relação às políticas unilaterais americanas.

A teoria de "apenas o petróleo" é normalmente usada como resposta à acusação de que um boicote geral às empresas americanas é um alvo demasiado grande e nebuloso - que se torna demasiado difícil de executar para os americanos em particular. Nós rejeitamos esta lógica. Uma teoria de "apenas o petróleo" torna o boicote mais, e não menos difícil para pessoas que não têm alternativa aos seus carros. Além disso, não é possível nem necessário que cada participante do boicote evite todos os produtos americanos. Apenas dizemos que a maioria de produtos que as pessoas necessitam podem ser obtidos a partir de outras fontes, mas para os consumidores que moram nos Estados Unidos haverão produtos que inevitavelmente terão de ser adquiridos aos grandes produtores americanos. Isto não é um problema. Se necessitar de alguma coisa que não está disponível numa fonte alternativa, cuide das suas necessidades. Acima de tudo, use o bom senso. Faça as escolhas fáceis primeiro - a gasolina pode ou não ser uma destas escolhas. Assim que as pessoas ganham experiência em identificar fontes alternativas, o boicote irá se tornar mais fácil e mais natural, e a necessidade de uma alternativa alegadamente simples como "apenas o petróleo" irá desaparecer.

Em termos práticos, como se pode implementar isto? Será praticável no nosso quotidiano?

Resposta:
Para não-americanos a implementação do boicote parece querer banir de vez os produtos americanos propostos da sua vida. Pode encontrar toda a informação necessária no nosso website: visite “Produtos Alternativos” e “Links”. Não compre nada que seja identificável como os produtos listados. Existem muitas alternativas locais ou outras. Deve apenas fazer um esforço para mudar os seus hábitos diários, mas isso é por uma boa razão. De cada vez que não compra um produto americano e procura uma alternativa, você diz NAO às políticas externas americanas.
Para as pessoas nos Estados Unidos, é naturalmente mais complicado. Mas faça as escolhas fáceis primeiro. Aqui estão alguns exemplos que sugerimos:

Re-organize a sua vida de modo a que não precise comprar um carro novo: use os transportes públicos, ande de bicicleta, caminhe... Compre comida de uma cooperativa, compre produtos importados quando apropriado, junte-se a uma CSA (Agricultura Suportada pela Comunidade), compre de quintas familiares, cultive você mesmo ou torne-se orgânico.

Qual será o potencial impacto económico para os EUA?

Resposta:
Um boicote é efectivo antes de ser sentido na caixa-registradora. Afectará em primeiro lugar a reputação e imagem duma empresa e dos seus produtos. Em segundo lugar pode afectar as opiniões dos empregados. E é claro que também pode causar impacto nas vendas. Mas devemos lembrar que o propósito de um boicote não é apenas o decréscimo de vendas.

As empresas americanas que são alvo do boicote estão a moldar e a apoiar a política da administração Bush. Para os consumidores estas empresas tornaram-se embaixadas virtuais de Bush. O boicote pretende que as empresas redireccionem as políticas da administração Bush dentro dos quadros da lei internacional. As empresas podem enviar uma clara mensagem à administração americana já que têm mais facilidade de comunicação com a administração Bush do que os activistas dos direitos humanos, da paz ou ambientalistas.

 


Last update : October 2004 • Campaign and Press Enquiries